Minha Vida Insana
sábado, 29 de outubro de 2011
Sabe qual é o meu problema?

"É acreditar sempre nas pessoas, é não saber dizer não quando é preciso.
É sempre perdoar as pessoas que me machucam.
É sorrir quando estou triste por dentro, é chorar por pessoas que não merecem e amar quem não merecia ser amado.
É sempre dar uma segunda chance, para alguém que não merecia nem a primeira.
É tentar ser a melhor pessoa do mundo, é tentar ajudar a todos ao mesmo tempo, e esquecer de mim mesmo.
Meu problema está nas menores coisas possíveis, mas que sempre me machucam muito, e parece que eu nunca aprendo."
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
E se o amanhã não chegar?
mos muito preocupados com o futuro e esquecemos de viver o hoje...Às vezes deixamos de falar o quanto gostamos de uma pessoa, e do nada essa pessoa se vai e não pudemos demonstrar/falar o quanto... ela era importante...
Pensamos que só porque somos jovens temos toda uma vida pela frente... mas será que realmente vai ser assim? E se alguma coisa acontecer e amanhã não estarmos mais aqui?
Será que fizemos tudo o que poderíamos fazer?
Será que fomos o motivo de um sorriso? Ou de uma lágrima?
Será que dissemos para a pessoa que amamos, o quanto ela é importante?
Será que fizemos de tudo para poder ficar perto de quem gostamos?
Ou deixamos tudo isso para o amanhã?
Esse tal amanhã, que por algum motivo não chegou...
Às vezes pensamos muito no amanha e esquecemos de viver melhor o hoje.
Não acho que devemos apenas nos preocupar com o hoje, não! Devemos sim pensar no amanhã!
Mas que esse pensamento sobre o futuro, tenha um pé no presente. Que não deixemos de viver o nosso hoje, pensando o que vai ser o amanhã!
Uma vez, me disse o padre Renne: "Não devemos nos preocupar com o passado, ele já não está mais aqui. E também não devemos nos preocupar com o futuro, ele não está ao nosso alcance. Devemos nos preocupar com o presente, porque é ele que está em nossas mãos agora!" e como diria Cazuza: "O tempo, o tempo não pára."
terça-feira, 12 de julho de 2011
Você é um Chato???
Só existem dois meios de identificar o chato:
1 – Pela fama, conceito, reputação;
2 - Pela experiência própria.
O chato não permite reconhecimento pelo biótipo ou estrutura física.
Essa fama não obriga qualquer esforço de reconhecimento. O nome e a fisionomia já pertencem ao nosso universo conhecido. A simples menção do nome e o simples aparecimento da fisionomia nos põem em alarma e inútil sobreaviso.
Dentro das condições estabelecidas na definição, chega-se a um fato importante: todo chato é bonzinho. Se não o fosse, não teria tempo de ser chato. Mas há uma exceção: o chato agressivo.
O chato, bonzinho ou agressivo, imagina-se amigo e, por piedade, inércia, temor ou burrice, nós, às vezes, o deixamos nessa ilusão.
Existem vários tipos de chatos, porém, na vida real, os tipos de chatos não se apresentam em estado de absoluta pureza. O indivíduo chato, salvo honrosas exceções, é uma variedade.
CHATEAR-SE: “A sensação de “estar sendo chateado” (que, aceita pela vítima, leva ao estado de “chatisfação”) provém de um cerceamento da liberdade, com o concomitante desejo de escapar à causa da chateação. Quanto mais a causa da chateação atua contra o livre arbítrio, a capacidade de ir e vir, a possibilidade de fazer ou deixar de fazer, de estar presente ou ausentar-se, de dizer ou calar, mais intensa é a sensação. O perigo não reside unicamente no enleamento provocado pelo chato, mas uma possibilidade de domesticação do paciente. [...] Há esposos que jamais pensam em separar-se, homens que jamais deixam o emprego, crianças que nunca abandonam o lar, cães que só saem com os donos. A dependência de um chato torna o pacienta, também, um chato passivo e solidário com a chateação do próximo.”
REFERÊNCIA:
Tratado Geral dos Chatos, de Guilherme Figueiredo
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Classificação dos Chatos Bonzinhos
Na classificação geral dos bonzinhos, encontramos os seguintes:
- CATALÍTICOS: também chamados subliminares. São os que agem por ação de presença, sem falar, sem mover-se mesmo, emitindo apenas ondas de partículas imponderáveis que nenhum computador, a não ser a própria vitima, consegue captar.
- LOGOTÉCNICOS: subdivididos em diversas espécies: pronominais, proparoxítonos, filoxenos (at
acados de amor à palavra, citações e expressões estrangeiras), os trocadilhistas, os charadistas, os cefaloclastas (amantes de quebra-cabeça), os sideropígios (CDF). - HAMLETIANOS: atacados de idéia fixa, mas indecisos no comportamento para alcançar
o fim que almejam. Pertencem a esta categoria os desastrados, respingadores de molho, derrubadores de jarra e os tropeçadores de tapete. Matam involuntariamente Polonius, levam Ofélia à loucura, assassinam amigos e a própria mãe, tudo “pelo bem”. - PIROTÉCNICOS: nessa categoria estão os que dão e cobram parabéns, os contadores de anedotas manjadas que festejam com a melhor gargalhada, os oradores de festa e os que fazem gracinhas, primeiros-de-abril, os conhecidos “sujeitos gozados”.
- VIVISSECTÓLOGOS: são os que cortam a carne viva com o bisturi das palavras. Eles cultivam a digressão; suas narrativas são cheias de afluentes, subafluentes, árvores genealógicas, retificações cronológicas.
- TARTUFOCLOCLOS: (da personagem de Moliére (Tartufo) e da personagem Clo-Clo, de Jean de La lune de Marcel achard) são os que se instalam em casa alheia, os parentes do interior, os que chegam sem prevenir (ectoplásmicos), os que mexem na geladeira (self-serviçais). Há um subtipo: os esparadrápicos ou aglutinadores, também chamados “empatas”, de que o tipo mais comum é o que anda de copo na mãe, servindo-se de mesa em mesa.
- CATEQUÉTICOS: o nome o diz, procuram converter-nos a qualquer coisa: religião, política, bridge, Flamengo, ioga, sauna, Roberto Carlos, maconha. A sua chatice não se dirige a uma só pessoa, mas a todos quantos não estejam convertidos ao seu proselitismo.
- POSTULANTES: os que têm sempre um pedido a fazer. Os postulantes em dose máxima são os curriós, os que realmente conseguem tudo à força de pedir.
Há ainda outros tipos de chatos bonzinhos: os OFERTANTES, os CONFIDENCIAS, os DOM-JUANESCOS...
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Os Chatos Agressivos
Embora chamados de Chatos Bonzinhos, esses contêm uma dose de agressividade, a de sua própria naturez
a de chatos. Os agressivos puros levam o assalto físico além da simples presença, do atracar pelo cotovelo ou pela lapela, do barrar na rua até que o paciente perca o ônibus, do obrigá-lo a sentar-se para ouvir e do uso de outros pequenos recursos contra o corpo humano que não chegam a ser mencionados no Código Penal como agressão. Quando muito, não vão além da figura do “cárcere privado”, como, por exemplo, os anfitriões de weekend. O chato que nos gruda o braço não violou a lei penal; quando muito transgrediu o artigo da Constituição Federal, no que estabelece que somos livres de ir e vir.
Os agressivos são polêmicos ou etilometamórficos. Os primeiros se identificam imediatamente pelas expressões “Nada disto!”, “Ce é besta”, “Uma ova!”, “Sai daí...”, com que preparam a agressão. Às vezes, a ação Mao passa de argumentos em contradita, silencio de irônica superioridade, riso zombeteiro, ou mesmo apartes. São polêmicos não no sentido helênico da palavra, no sentido de luta; mais deveriam se chamar disputadores de torneios, provocadores de agonia.
Os etilometamórficos começam a agressividade após certa dose de álcool, ou como se a tivessem bebido. No primeiro estágio da embriaguês efetiva, permanecem bonzinhos, ficam tristes, fazem confidências, dormem ou tornam-se eufóricos. Mas o álcool ou o calor da controvérsia produz, às vezes, uma exaltação de confiança, de promessa de empreendimentos de planos, de que o indivíduo sai para outro estágio perigoso, a ressaca. Ou para a agressividade total, o quebra-quebra.
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terça-feira, 7 de junho de 2011
São Francisco de Assis

Bem, fiz uma promessa e, então, vou cumpri-la!
O prometido era postar aqui no Blog um resumo sobre a vida de São Francisco de Assis, já que ele atendeu meu pedido, dando uma forcinha pra minha pinscher!!
Então, Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis, nasceu na cidade de Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.
Tentou seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.
Então sonhou com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para "o Patrão e não para o servo".
Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: "Francisco, restaura minha casa decadente". Para restaurar a igrejinha, Francisco vendeu as mercadorias da loja do pai, como resultado disso, seu pai o deserdou.
Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa.
Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado "estigmatização".
Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.
Foi canonizado pela Igreja Católica menos de dois anos após falecer, em 1228, e por seu apreço à natureza é mundialmente conhecido como o santo patrono dos animais e do meio ambiente.
Referencias
www.angelfire.com/ar2/carthur/sfco2.htm